Uma conversa na mesa de bar
Ouvindo Cartola
E as Rosas a exalar
O perfume da minha flor
A dama primeira
Da boemia
Minha companheira
Nas andanças dos Arcos ao Arpoador
Bailamos com as estrelas
Sem pudor
A paixão aquece
Nos faz devanear
E morremos toda noite
Sob a luz do Luar
A alvorada chega sem aviso
É a ressurreição de dois amantes amigos
Deitados na areia
Nesse eterno amanhecer
Te envolvo nos meus braços
Para te proteger
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Queria desnuda-La
Ao olhar
Deixa-La tão à vontade
Que iria me calar
Com seu sorriso em cumplicidade
Em carícias que beirem a eternidade
Roubando o sossego
Quando a cabeça deitar no travesseiro
E você
Assim como eu
Só em mim ti pensar
Sem mentiras
Sem promessas
Mas momentos com hora certa
Dentro da incerteza de despertar
O Que?
Não sei
Mas algo que valerá..
Ao olhar
Deixa-La tão à vontade
Que iria me calar
Com seu sorriso em cumplicidade
Em carícias que beirem a eternidade
Roubando o sossego
Quando a cabeça deitar no travesseiro
E você
Assim como eu
Só em mim ti pensar
Sem mentiras
Sem promessas
Mas momentos com hora certa
Dentro da incerteza de despertar
O Que?
Não sei
Mas algo que valerá..
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Oi menina risonha
Tens uma luz que nem sonha
Querias vê-La
Destilar essa beleza campestre na Lapa
Para iluminar os Arcos
Fazer o bonde andar
Pegar carona em teus trilhos
Aprender um novo andar
Menina que pára
Pensa
Ás vezes um tanto quanto ansiosa
Diria que até tensa
Mas um foco
Que tem capacidade de inspirar
Risonha dos olhos de menina
Um olhar que reflete a poesia
Que um simples acordeom pode exalar
Melodia completa
E não só um acorde
Quem sabe o poeta apareça
Enquanto você dorme
E te cause um alegre despertar
Tens uma luz que nem sonha
Querias vê-La
Destilar essa beleza campestre na Lapa
Para iluminar os Arcos
Fazer o bonde andar
Pegar carona em teus trilhos
Aprender um novo andar
Menina que pára
Pensa
Ás vezes um tanto quanto ansiosa
Diria que até tensa
Mas um foco
Que tem capacidade de inspirar
Risonha dos olhos de menina
Um olhar que reflete a poesia
Que um simples acordeom pode exalar
Melodia completa
E não só um acorde
Quem sabe o poeta apareça
Enquanto você dorme
E te cause um alegre despertar
SIMPLICIDADE
Simplicidade
Algo difícil hoje em dia
Mas uma procura constante mesmo que tardia
Em meio a futilidade
A busca pela verdadeira identidade
Sem máscaras
Que a velhice despe
Tem gente que se estica
Mas esquece que a vestimenta interna não se pode trocar
O bucolismo nos leva a outro patamar
E o adubo
Outrora desprezado
Faz uma nova visão florescer
Algo difícil hoje em dia
Mas uma procura constante mesmo que tardia
Em meio a futilidade
A busca pela verdadeira identidade
Sem máscaras
Que a velhice despe
Tem gente que se estica
Mas esquece que a vestimenta interna não se pode trocar
O bucolismo nos leva a outro patamar
E o adubo
Outrora desprezado
Faz uma nova visão florescer
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Você me apareceu à noite
Sem mais nem porquê
É até estranho
Porque nem sei seu nome
Até sei onde se esconde
Mas não previa uma invasão
Nossos olhares se cruzaram no ar
Com um quê de proibido
Mas o ambiente impedia o libertar da libido
Um flerte
Mas uma atitude sem maior interesse
E de repente
Do nada
Me pego pensando em você
Bem
Amanhã, terei a minha desculpa para vê-La
Quero tomar satisfação
Saber
Como você simplesmente entra
Sem ser convidada
Me seduz
E , de repente , muda a minha estrada...
Sem mais nem porquê
É até estranho
Porque nem sei seu nome
Até sei onde se esconde
Mas não previa uma invasão
Nossos olhares se cruzaram no ar
Com um quê de proibido
Mas o ambiente impedia o libertar da libido
Um flerte
Mas uma atitude sem maior interesse
E de repente
Do nada
Me pego pensando em você
Bem
Amanhã, terei a minha desculpa para vê-La
Quero tomar satisfação
Saber
Como você simplesmente entra
Sem ser convidada
Me seduz
E , de repente , muda a minha estrada...
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