Oi moça,
Me dê uma passagem nesse trem
Mostrando esse sorriso sem desconfiança
No olho, o brilho de criança
Beleza que sem querer seduz
Eita trem bão uai
Se o barco entrar no rio
Será que sai ?
Venha descobrir as maravilhas
Que o mar nos traz
Menina risonha
Madona que inspira
Tem malandro que até pira
Mas nem plágio consegue rolar
Mistérios no interior das minas
Vicia o falar da risonha menina
Só mais um absurdo no nosso sotaque particular
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
DA GLÓRIA
Esperando o anunciar da garota da ponte-aérea
Ela vem sem dono
Porque meu Rio permite essa poesia
Começar uma estória que beira à fantasia
Num hoje que é momento
E não tardia
Uma dose
Duas.......garrafas
A arte inebria
Destila intenções terceiras na taça
Um sinal de consentimento
Nas mãos que se tocam, escorregadias
Aeroporto, casa
Uma volta nos jardins de Burle Marx
De repente não é nada
Espero que assim achem
Só mais um passeio com a cachorrada
Uma locação
Um mar
A cena criada
Da Glória seduz por si
Simplesmente
Em segredo que omite, mas olha
O verso me permite o mente
O Sol abre um sorriso como dois adolescentes
Ela vem sem dono
Porque meu Rio permite essa poesia
Começar uma estória que beira à fantasia
Num hoje que é momento
E não tardia
Uma dose
Duas.......garrafas
A arte inebria
Destila intenções terceiras na taça
Um sinal de consentimento
Nas mãos que se tocam, escorregadias
Aeroporto, casa
Uma volta nos jardins de Burle Marx
De repente não é nada
Espero que assim achem
Só mais um passeio com a cachorrada
Uma locação
Um mar
A cena criada
Da Glória seduz por si
Simplesmente
Em segredo que omite, mas olha
O verso me permite o mente
O Sol abre um sorriso como dois adolescentes
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O momento é só
Uma fração do relógio
Dedicada a mais pura solidão
De um encontro de eus
Onde contemplo a mim
No de fora de mim mesmo
Um momento de paz
No escuro
Onde os problemas de um mundo ficam pra trás
O eu protegido por um muro
Onde a ampulheta ensina o valor de cada segundo
O eu comigo
Em uma pedra me ensina
Que além do umbigo
A solidão só é uma sina
De quem projeta no outro
O que de si próprio imagina
Mas da fantasia
Você cai no mundo real
E às vezes machuca
Descobrir o desperdício de tempo
Sempre achar a pessoa
Mas ela nunca é a certa
Mas o certo sempre vem
Mas a hora não é essa
Então ame hoje
Mesmo que no amanhã
Você diga que não presta
Uma fração do relógio
Dedicada a mais pura solidão
De um encontro de eus
Onde contemplo a mim
No de fora de mim mesmo
Um momento de paz
No escuro
Onde os problemas de um mundo ficam pra trás
O eu protegido por um muro
Onde a ampulheta ensina o valor de cada segundo
O eu comigo
Em uma pedra me ensina
Que além do umbigo
A solidão só é uma sina
De quem projeta no outro
O que de si próprio imagina
Mas da fantasia
Você cai no mundo real
E às vezes machuca
Descobrir o desperdício de tempo
Sempre achar a pessoa
Mas ela nunca é a certa
Mas o certo sempre vem
Mas a hora não é essa
Então ame hoje
Mesmo que no amanhã
Você diga que não presta
Assinar:
Postagens (Atom)
Tem gente que gosta!!!
-
Quero entrar Olhar de dentro Aqui fora é frio sinto o tormento de tão de perto Não poder...
-
E o samba se mistura Mistura todos Vai a Paris Desce dos morros Vem do nordeste Embolado nos côcos A toada se inverte ao som de novo...
-
Foi na Casa de Iemanjá Que Ogum me avisou Pulou de frente no meu jogo Como Mãe Marilza me falou Pra onde você vai menino Quero ir com você M...
-
Adoro sentar no bar Pedir a loira gelada Jogar papo fora Conversar O flerte é invitável me perco no papo buscando seu olhar A mão escorrega ...
-
Minha gringa é assim Olha-me querendo não olhar Beija-me com medo de beijar Garota faceira Quer ser mulher moderna Mas na minha presença É m...
-
Falar de Mangueira É um eterno cantar Lembrar versos de Nelson Ao som do Cavaquinho De Cartola e Padeirinho De Neuma e Zica Donas do samba...
-
Quando a vejo Olho retratos do que passou São fotos de um bom tempo antigo E a dúvida de paisagens que poderiam surgir Não chega a...
-
Saio da Lapa Campo de Santanna Central Atravesso o túnel Atento No sufoco Sem vento Da rua da Gamboa à Pedro Ernesto Só Endireito No meu dir...