Saudações ao novo mestre
Independente do sexo
O “e” distinção não fizeste
Comemorando agora o canudo
Não venho aqui usar o gerúndio
Já que o infinitivo do Mar
Que se faz feliz em mim pelo particípio inesperado
Reflete o brilho do luar
E à Ana ilumina
Como refletor
Nada de lamparina
Até porque
Quem pilota esse trem
É a risonha menina
Diva dos meus versos
Minha mais virtual companhia
Mas apesar da distância
Sempre me alumia
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Olho de longe
Uma distância que o virtual encurta
Mas não reduz
A tela é um alento
Diria quase uma luz
Que mantém acesa a chama
E a vontade da cama
Da proibida que seduz
No meu papel Lolita
Comporto-me como um pequeno menino
Sem saber como me portar
Para tê-La sempre no meu íntimo
Às vezes, o afastar parece a solução
Apenas pela impossibilidade de lhe tocar
Me escondo na boemia do bar
Tentando da noite escapar
Da lembrança de breves momentos
Que estivemos a nos amar
Mas ainda não sei o que será isso
Maldição ou um breve feitiço
Quero me abster
Mas não consigo
Desse vício me saciar
Uma distância que o virtual encurta
Mas não reduz
A tela é um alento
Diria quase uma luz
Que mantém acesa a chama
E a vontade da cama
Da proibida que seduz
No meu papel Lolita
Comporto-me como um pequeno menino
Sem saber como me portar
Para tê-La sempre no meu íntimo
Às vezes, o afastar parece a solução
Apenas pela impossibilidade de lhe tocar
Me escondo na boemia do bar
Tentando da noite escapar
Da lembrança de breves momentos
Que estivemos a nos amar
Mas ainda não sei o que será isso
Maldição ou um breve feitiço
Quero me abster
Mas não consigo
Desse vício me saciar
domingo, 16 de agosto de 2009
Coisa difícil esse negócio de amor
Ou paixão
Seja o que for
Difícil tomar decisões quando há algo no peito
O não concordar com o gesto
Com o jeito
Achar que determinado fato não está direito
Parece que a atitude fica encouraçada por um gesso
Mais difícil é submissão por paixão
Ainda bem que disso, sofro não
Por isso que prefiro cortar o mal pela raiz
Seguindo a razão
De repente, é a do cigano intuição
Não sei
Mas sei que só jogo com as cartas na mão
Errando ou acertando
Vou me respeitando
Meu pensar, ás vezes pode ser errado
Mas nunca é em vão
Ou paixão
Seja o que for
Difícil tomar decisões quando há algo no peito
O não concordar com o gesto
Com o jeito
Achar que determinado fato não está direito
Parece que a atitude fica encouraçada por um gesso
Mais difícil é submissão por paixão
Ainda bem que disso, sofro não
Por isso que prefiro cortar o mal pela raiz
Seguindo a razão
De repente, é a do cigano intuição
Não sei
Mas sei que só jogo com as cartas na mão
Errando ou acertando
Vou me respeitando
Meu pensar, ás vezes pode ser errado
Mas nunca é em vão
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
TUDO PASSA(Mari Arantes/Alexandre Nadai)
Olho para você
Mas tem certas coisas não compreendo
Mas entendo
E aprendo
Da pior maneira
Usufruindo de todo seu desprezo
Ódio, desapego
Ás vezes o pisar é em falso
Mas não o estenda ao eu
Paro
Olhando para o nada
Te vi como um anjo
Me mostrando um mundo diferente
Mas seus olhos camuflados
Me impediam de ver você
O que sobrou no fim
Foi a incompreensão
Um amontoado de pistas dúbias
Um aglomerado de emoções fugazes
E o desejo de abrir as portas
Pra deixar o amor acontecer
Mas tem certas coisas não compreendo
Mas entendo
E aprendo
Da pior maneira
Usufruindo de todo seu desprezo
Ódio, desapego
Ás vezes o pisar é em falso
Mas não o estenda ao eu
Paro
Olhando para o nada
Te vi como um anjo
Me mostrando um mundo diferente
Mas seus olhos camuflados
Me impediam de ver você
O que sobrou no fim
Foi a incompreensão
Um amontoado de pistas dúbias
Um aglomerado de emoções fugazes
E o desejo de abrir as portas
Pra deixar o amor acontecer
Assinar:
Postagens (Atom)
Tem gente que gosta!!!
-
Quero entrar Olhar de dentro Aqui fora é frio sinto o tormento de tão de perto Não poder...
-
E o samba se mistura Mistura todos Vai a Paris Desce dos morros Vem do nordeste Embolado nos côcos A toada se inverte ao som de novo...
-
Foi na Casa de Iemanjá Que Ogum me avisou Pulou de frente no meu jogo Como Mãe Marilza me falou Pra onde você vai menino Quero ir com você M...
-
Adoro sentar no bar Pedir a loira gelada Jogar papo fora Conversar O flerte é invitável me perco no papo buscando seu olhar A mão escorrega ...
-
Minha gringa é assim Olha-me querendo não olhar Beija-me com medo de beijar Garota faceira Quer ser mulher moderna Mas na minha presença É m...
-
Falar de Mangueira É um eterno cantar Lembrar versos de Nelson Ao som do Cavaquinho De Cartola e Padeirinho De Neuma e Zica Donas do samba...
-
Quando a vejo Olho retratos do que passou São fotos de um bom tempo antigo E a dúvida de paisagens que poderiam surgir Não chega a...
-
Saio da Lapa Campo de Santanna Central Atravesso o túnel Atento No sufoco Sem vento Da rua da Gamboa à Pedro Ernesto Só Endireito No meu dir...